O que anda rolando do lado de cá

Sanidade loucura descrença dúvida

É engraçado como funciona a nossa motivação. Ela vem de dentro mesmo, não adianta alguém te dar uma recompensa ou algum estímulo para fazer algo. Se não vem de dentro, se não fazemos aquilo por paixão, não dura muito, não é sustentável.

Eu falo isso porque vocês sabem que esse blog deu uma boa desacelerada nos últimos tempos. Eu estava conversando hoje com uma amiga e contei para ela o que aconteceu e ela me estimulou a contar aqui, a retomar este blog contando justamente a história que me fez perder um pouco de gás. É interessante mesmo, porque quando a gente faz algo sem esperar recompensa nenhuma, só por amor, aquilo funciona tão bem. Quando algo diferente entra na história, tudo muda de perspectiva.

Eu descobri um blog que estava fazendo tudo muito parecido com o que fazia aqui. Cópia? Inspiração? Tão difícil definir tudo isso em tempos de internet… Mas o que aconteceu foi que olhar para ele me fez perder o fôlego para este blog aqui. Ao ver textos tão parecidos, com a nossa mesma linguagem, imagens todas com o mesmo espírito, eu perdi a energia – foi como se eu me visse no espelho e não gostasse do resultado.

Mas não adianta, porque sinto saudades desse espaço e tenho recebido reclamações (para o bem!) de que este blog já não anda mais o mesmo. Então está na hora de voltar. Tem que ter um pouco de reinvenção? Tem sim. E de autoafirmação também. Sobretudo, porque faço isso aqui porque amo e ponto. E a coisa do blog é uma delícia: quanto mais você escreve, mais assunto tem para escrever. É um estímulo, um refresco, uma ideia diferente para todos os dias. E tem a troca – os comentários, os emails, as novas ideias que surgem. Espero continuar a ver vocês por aqui!

Paris em Nova York

Eu amo Paris. Morei um ano lá e sou apaixonada por cada um dos cantos da cidade, cada um dos bairros, dos cafés, dos parques e jardins. Adoro Nova York também, mas não conheço tão bem lá a ponto de me sentir em casa. Mas quando dei de cara com este mapa, a ficha caiu. Um designer montou um mapa de NY com os bairros de Paris. É quase como uma legenda, para saber onde ir para ter St Germain, o Marais e Montmartre. Depois, adorei ver o mapa de Paris preenchido de NY, que vale para quem ama NY mas não sabe andar direito assim em Paris. Ou então, só para sonhar um pouco com cantos longe de casa.

O sonho possível

Já falei de sonhar acordada aqui. E de fato, como é bom! Vi essa imagem e derreti, tive que postar correndo aqui. É exatamente isso: como é bom imaginar o que pode ser, sonhar com um futuro possível, com uma ideia maluca, com o que está por vir. Tem noites que temos sonhos perfeitos, daqueles que até doi acordar. Mas esses são os intangíveis, os impossíveis. Os sonhos que temos acordados, não. É só assim, com sonho e imaginação, que a gente pode começar a preparar o novo.

Da arte de dormir juntinho

Quem nunca? Mostrei essa imagem para o meu marido e ele teve um treco de tanto rir. Porque é exatamente isso: eu durmo em metade da cama. Juro que não é culpa minha, eu literalmente faço isso dormindo. Até tentei melhorar, várias vezes, mas é inconsciente, eu domino a cama inteira. Quem mais faz isso?

Um post mais levinho para o fim de semana! Bom sábado a todos…

Sonhando acordado

Tão bom poder às vezes fechar os olhos e sair de onde se está, imaginar outro lugar, outras ideias, outros sonhos, coisas melhores, diferentes. Sem sonhar acordado não dá para começar a sonhar, a criar o novo, o que ainda não existe, o que ainda pode vir a ser. A gente precisa de devaneio, de se perder no fio da meada, de tirar alguns minutos no meio do dia, na frente do computador que seja, para imaginar o que poderia ser se… se fosse outro meu emprego, se não tivesse que trabalha aqui, se pudesse fazer o que eu quisesse, se eu pudesse ser quem eu quisse. Se eu pudesse ser eu mesma. E quem disse que não posso? É daí que as grandes ideias nascem.

Como comprar felicidade

O dinheiro compra sim felicidade, mas descobri que a gente anda gastando errado: essa palestra do TED mostra que o segredo é dar, e não gastar com nós mesmos. É aquela sensação boa de dar um presente para alguém que a gente ama, de fazer uma doação, de ajudar alguém. Não precisa ser algo enorme, o que importa é a ação. Vale a pena assistir!

De papo para o ar

E tem uns dias que todo mundo merece ficar de papo para o ar! Bom domingo a todos…

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Culpa, obrigações e uma agenda apertada

Tenho pensado muito sobre tudo aquilo que fazemos por culpa. Não no trabalho, mas na nossa vida social mesmo. Todas as obrigações que acreditamos ter, as pessoas que devemos ver, as festas que não podemos perder, os programas que não podemos deixar de fazer. O tema surgiu de uma conversa com uma amiga e foi crescendo aos poucos em mim. Quando percebi, este passou a ser o meu termômetro – estou fazendo tal programa porque quero ou porque acho que devo (fazer, querer)?

É uma loucura o quanto a culpa se torna uma parte tão grande das nossas vidas que a gente até se acostuma com ela e acha que é assim que tem que ser. Se estou grudada demais com meu marido, fico culpada de não estar vendo minhas amigas tanto quanto eu gostaria. Se eu marco jantares e programas demais durante a semana, fica a culpa de não estar tanto em casa a dois quanto eu gostaria. A semana com 7 dias fica parecendo pequena. Equilíbrio? Difícil encontrar…

A saída que eu achei foi justamente parar para avaliar se estou aceitando o tal convite por culpa ou não. Resolvi me dar a liberdade de só fazer aquilo que for realmente gostoso, com as pessoas queridas, por vontade mesmo. Se houver um pinguinho de culpa ou sentimento de dever, eu não vou. É claro, tem aquelas coisas que você tem que fazer e pronto – mas aí já não são mais opções. Mas enquanto houver alternativa, resolvi que não volto mais para casa frustrada, brava ou com uma indigestão.

33 maneiras de ser criativo

De onde vêm as boas ideias

Este vídeo é antiguinho já, mas se você não viu, assista agora. Ainda na linha do post de hoje mais cedo.