Glamour, ou aquilo que fica

Foi um presente no meio do feriado que eu não consegui largar. “Glamour“, da Diana Vreeland, é um livro maravilhoso. Vreeland, a antecessora da Anna Diabo-Veste-Prada Wintour na Vogue, em “Glamour” uma seleção de suas imagens favoritas, fotografias tiradas por gente clássica como Sir Cecil Beaton, Richard Avedon e Man Ray. Junto das imagens, ela traz o seu pensamento sobre a beleza, a elegância e, é claro, o glamour.

O livro é lindo de morrer. Ele traz fotos tiradas desde o início do século até os anos 70, vistas pelo olhar de Diana. É provocativo, ao encontrar beleza em uma cirurgia de pálpebra nos anos 1960, em fotos de italianas dando fortes risadas, em toda a expressividade hoje já antiga da Maria Callas. Mostra que a moda vai e vem, mas tem certas coisas que são eternas.

Lytro: Foco depois da foto

Imagine uma máquina fotográfica que não precise focar. Você tira a foto e depois você foca. Se não gostou, pode mudar o foco quantas vezes quiser. Pois é, eu pirei quando descobri que existia. A Lytro já começou a ser vendida nos EUA e eu estou doida para poder ver como uma funciona de perto. Enquanto ela não chega por aqui, dá para se divertir no site dela, onde há várias fotos para focar e refocar e entender como a tecnologia funciona. O Mashable também fez uma galeria mostrando algumas fotos da Lytro para serem refocadas. Achei incrível!

Lentes-desejo para o iPhone

Tem algumas coisas que são paixão mesmo. Para mim, é fotografia. Sempre fui envolvida, coleciono máquinas, fiz aulas, me apaixonei pelo Instagram. Vi agora no blog da Julia Faria uma pequena invençãozinha incrível que ainda não tinha visto em São Paulo: lentes para o iPhone.

Para que você precisa de uma câmera, se você tem uma lente dessas? Fiquei enlouquecida. Eu andava super contida nos últimos tempos, mas dessa vez não consegui. Acabei de encomendar uma olho de peixe, uma grande angular e uma telephoto. Felicidade pura. Para quem quiser, o site é o Photojojo e entrega no Brasil. As lentes que eu comprei são estas aqui. Corre lá.

Passado em cores

Qual o impacto no nosso imaginário de figuras que só conhecemos através de fotografias em preto e branco? O que mudaria na nossa percepção se tivéssemos a possibilidade de revê-las, se não ao vivo, ao menos em cores?

Sanna Dullaway, artista sueca de 21 anos, vem trabalhando há seis anos no Photoshop no restauro de fotos antigas. Seu objetivo era mostrar a história de uma nova forma:

I did not want to ‘improve’ nor ‘replace’ the original works, which I do respect. I think if people had the choice to photograph in color film 80 years back many of them would do so. I personally feel colorizing photos bring the history closer to us, it feels more alive and touchable.

Anne Frank
Mark Twain
Charles Darwin
Tem mais no site dela, Past in Color. Vi no Good.